Como ganhar dinheiro com mentoria

Se perguntássemos se você já pensou em se tornar um mentor, qual seria sua resposta? 

Sim: você sabe muito sobre algum campo de conhecimento e gostaria de ganhar dinheiro com isso, ensinando outras pessoas.

Não: você tem conhecimentos aprofundados, mas nunca pensou em transformar isso em um negócio. 

Mais ou menos: você ainda não sabe exatamente o que significa mentoria, mas tem curiosidade sobre o tema. 

Seja qual for a sua resposta, o conteúdo de hoje pode ajudar a melhorar sua vida, a conquistar sua independência financeira e se sentir mais realizado como ser humano e como profissional. 

Quer saber mais? Siga conosco e vamos contar tudo para você!

Mas, afinal de contas, o que é mentoria? 

Mentoria é o processo no qual uma pessoa mais experiente compartilha seu conhecimento com uma pessoa menos experiente. 

Neste processo, você, como um profissional com mais experiência, acompanha o desenvolvimento de seus mentorados, colaborando para que estes atinjam seus objetivos com mais facilidade. 

O mentor não diz o que alguém tem que fazer, ele transmite conhecimentos para que os mentorados possam decidir sozinhos e com confiança em si mesmos. 

É uma relação mais próxima, e até mesmo mais informal, na qual seus mentorados recebem conselhos, sob forma de conversas estratégicas, e você os ajuda a encontrar o caminho mais favorável.

Dá para ganhar dinheiro com as mentorias?

Como atividade remunerada, as mentorias têm aumentado no mercado brasileiro. 

Alguns números do setor mostram um crescimento médio anual de 19% e um aumento da demanda, principalmente em função da melhoria das taxas de retenção de colaboradores, percepção de melhoria nas carreiras e networking. 

Outro fator que tem causado um maior interesse do público e de empresas é a pandemia da Covid-19. 

A necessidade de adaptação à nova realidade é um atributo mais do que necessário para quem quer manter-se competitivo, seja na hora melhorar suas carreiras ou de garantir uma fatia do mercado. 

A busca por qualificação profissional cresceu, e não foi só para quem quer se manter na mesma carreira. Muitas pessoas perceberam que, em uma crise como essa, uma das saídas é apostar em si mesmos e abrir um negócio, já que a pandemia fez desaparecer nada menos do que 255 milhões de empregos.

Ou seja, há público interessado em aprender. E, se você tem algo a ensinar, a hora é essa! Mas, como fazer isso?

É sobre o que vamos falar na sequência.

#01 Pense sua mentoria como um negócio

Você pode até ter todos os conhecimentos necessários para organizar seu próprio programa de mentoria. Mas você já pensou nisso como um negócio de fato?

Um negócio exige planejamento, dedicação, horas de trabalho, compromisso, disciplina e processos relacionados, por exemplo, à captação de clientes e gestão dos recursos que você possui. 

Por exemplo, como anda o mercado de mentorias do qual você quer participar? Está muito saturado, há espaço e oportunidades? O que você pode fazer diferente para entregar valor ao seu público? Estas são perguntas que precisam ser respondidas antes de avançar.

Então, o primeiro passo é pensar nisso como um empreendimento, não como uma aventura que você pode fazer sem um roteiro pensado previamente. 

#02 Delimite sua abordagem à sua especialidade

Prometer mundos e fundos pode até soar mais bonito e atrativo para conquistar clientes, mas também supõe um risco à sua reputação como mentor. Neste sentido, só diga que vai fazer o que você efetivamente sabe fazer. 

Se a sua mentoria de negócios é mais indicada para quem está começando, para empresas com dificuldades, para profissionais que buscam melhorar suas posições, para o setor contábil ou para qualquer outro recorte, não vá além disso.

#03 Melhore seus conhecimentos de outras disciplinas

Na hora de estabelecer um vínculo mentor-mentorado, será preciso muito mais do que ser um profundo conhecedor de sua área. Você tem que aprender a se relacionar com as pessoas, a criar os espaços de interação nos quais transmitirá informações. 

Neste sentido, vale a pena investir tempo em conhecer técnicas de persuasão, formas de se comunicar e até mesmo saber mais de marketing (você vai precisar vender sua ideia). Um negócio, inclusive a mentoria, precisa captar clientes e mantê-los. 

Além disso, as mentorias na era da pandemia também precisam apoiar-se em ferramentas de comunicação virtual. Se você ainda não tem muita desenvoltura com as tecnologias de interação, vale a pena dedicar tempo a conhecer todos os recursos que serão usados na sua mentoria. 

#04 Para ser um mentor, antes, aprenda como funciona uma mentoria

Uma coisa é saber muito sobre um assunto. Você pode ser um profundo conhecedor de um campo de conhecimento e ver, de longe, problemas, necessidades e oportunidades. Outra coisa é transmitir sua experiência por meio de um processo e metodologias estruturadas de forma eficiente. 

Então, para transformar suas habilidades em receita, você primeiro precisa saber como criar uma mentoria. Em programas e cursos estruturados para tanto, você vai aprender a criar os materiais necessários, a entender as melhores formas de conduzir o relacionamento e criar as dinâmicas de um processo de mentoria.

#05 Experimente modalidades diferentes de mentoria 

Você, como novo mentor, ainda não sabe exatamente em que terreno se desenvolve melhor. 

Pode ser que sua mentoria seja mais eficiente quando trabalha com indivíduos. Outros mentores, por sua vez, podem ter mais facilidade com grupos e trabalhando em parceria com departamentos de recursos humanos.

Atualmente, também existem muitos tipos de mentorias: para negócios, para carreiras, organizacionais, estruturadas e livres, externa, reversa, entre outras. 

Independentemente da sua escolha, sempre mantenha o foco na missão de um mentor: ajudar pessoas e organizações a resolver seus problemas. 

Com tudo isso em mente, agora chegou a sua vez de passar por cada etapa e ir construindo o que será o seu futuro negócio. 

As mentorias são uma excelente forma de ganhar dinheiro e também vão apresentar novos mundos e realidades bem diferentes das suas. Isso sem falar no networking e na constante troca que existe entre você e seus mentorados.

Agora que você já sabe como ganhar dinheiro com mentoria e que este é um negócio que pode render bons frutos, que tal saber como tornar sua nova empresa mais sustentável?

agencia-marketing-digital

Seu guia para o sucesso da agência

Então, você decidiu mergulhar no mundo da vida de agência digital – parabéns!

Como você certamente já sabe, iniciar (e crescer) uma agência de marketing pode ser um processo longo, doloroso, exaustivo – embora gratificante.

É por isso que elaboramos este guia definitivo para ajudar! 💪

Abaixo, você encontrará dicas úteis, conselhos e recursos sobre como iniciar e expandir sua agência de marketing com sucesso. E se você é alguém que “esteve lá”, deixe-nos saber nos comentários se você tem alguma outra sabedoria para compartilhar.

Parte 1: primeiros passos e promoção

O básico

A sua agência deve ser ampla ou de nicho?

Uma das primeiras coisas que você deve considerar ao iniciar sua própria agência de marketing é o que exatamente você deseja oferecer aos seus clientes. 🤔

Muito parecido com quando as empresas de produtos estão tentando encontrar um mercado adequado para seus produtos, você precisa encontrar o mercado adequado para seus serviços.

E embora existam muitas agências de serviço completo por aí que criam um ótimo trabalho em uma variedade de disciplinas, é importante considerar a opção de ser um pouco mais específico ao começar.

Por quê? Porque se você puder mostrar aos clientes que pode fazer algumas coisas muito bem, em vez de tudo apenas com a metade da capacidade, você será um ativo muito mais valioso para eles. E sejamos honestos: se for apenas você ou uma pequena equipe trabalhando para sua agência, a última coisa que você vai querer é se esticar muito desde o início. 👎

Você é ótimo em SEO? Designer de Web? Em gestão de mídia social? É melhor sentar e listar os serviços que você gostaria de oferecer, então realmente pense se esses serviços são ou não seus melhores ativos.

Saber sua experiência desde o início pode realmente ajudar no longo prazo. 🙌

As empresas às vezes podem se preocupar em ser muito nicho e perder clientes, mas pense nisso desta forma: se você oferecer alguns serviços realmente excelentes, terá clientes que precisam desses serviços e, por sua vez, você será fazendo o trabalho que você realmente deseja fazer (além disso, é um trabalho no qual você é ótimo).

“Topo da cadeia alimentar” ou subcontratado

Outra coisa a considerar no início é a quem você gostaria de oferecer seus serviços e como.

Tem interesse em trabalhar diretamente com o cliente final ou quer contratar os seus serviços para outras empresas que pretendam realizar projetos específicos? 🤷‍

Decidir isso logo no início ajudará a reduzir a confusão sobre a posição de sua agência na “cadeia alimentar”, por assim dizer, das empresas com as quais você trabalha. Além disso, ajuda você a se preparar melhor para os tipos de clientes que deseja procurar ao fazer prospecção.

Por exemplo, se você não vai trabalhar com clientes finais diretamente, é melhor fazer prospecção com grandes agências que não têm seu conhecimento específico interno.

Branding e identidade

Como um profissional de marketing, isso provavelmente é óbvio: você precisa de uma marca! 😅

Mas para ser justo, às vezes pode ser mais fácil falar do que fazer. Especialmente no início, quando você tem um milhão de outras coisas com que se preocupar com seu negócio, sua marca às vezes pode cair no esquecimento.

Pode ser tentador se concentrar mais na marca de seus clientes do que na sua, mas tente evitar isso. 🙅‍

Você nunca iria a um cabeleireiro com o cabelo ruim ou a um dentista com os dentes ruins – então, por que alguém contrataria sua agência de marketing se você não se anuncia bem?

É importante fazer um nome para si mesmo em seu respectivo campo e ter uma marca que seja facilmente identificável e conte a história que você deseja contar. 🤘

A coluna cinco tem um ótimo guia passo a passo sobre a identidade da marca para lidar com isso de frente.

Presença no site e nas redes sociais

Provavelmente outro básico, mas igualmente importante, é sua presença online. Depois de ter uma identidade de marca, é hora de exibi-la! ✨

Se você não está necessariamente pronto para investir em um desenvolvedor da Web para construir seu site, existem algumas opções de autopublicação de baixo custo, como o Squarespace.

Para mídia social, certifique-se de proteger seus nomes de usuário e, se possível, torná-los consistentes em todos os canais. Não faz sentido ter sua conta no Twitter como @Marketing_Agency_Example se seu Instagram for @ example.marketingagency – você entendeu. 🤓

Além disso, esta é uma grande oportunidade para já começar a construir uma sequência. Depois de determinar os canais certos para você e sua agência, comece a interagir com outras contas!

Siga líderes de pensamento relevantes em sua indústria no Twitter, junte-se a grupos no Facebook com pessoas que pensam como você, faça tudo o que puder para participar da conversa.

Mostre seu portfólio

Seu trabalho anterior pode ajudar a demonstrar aos clientes em potencial que você é capaz de criar grandes coisas.

Certifique-se de destacar seu melhor trabalho de seu portfólio em seu site e canais de mídia social – embora, não torne seus canais de mídia social completamente autopromocionais. As conversas não são unilaterais, e isso também vale para as redes sociais. 🗣

O que funciona ainda melhor hoje em dia para as agências é fazer um blog sobre sua expertise e dar conselhos e opiniões sobre as coisas. Também é percebido como menos promocional – mais sobre isso em um momento.

coworking ribeirão preto

Nos últimos anos, o espaço de trabalho de escritório tradicional como o conhecemos começou a sofrer inúmeras mudanças e os escritórios de coworking surgiram como vanguarda para locais alternativos para passar o dia de trabalho. Com um número cada vez maior de pessoas optando por trabalhar fora do escritório, observamos o que torna um bom escritório de coworking e os benefícios que ele pode ter em nossa vida profissional.

Por que os escritórios de coworking funcionam?

Passar a semana toda sentado na mesma mesa em um escritório não é para todos – e, na verdade, muitas pessoas preferem a liberdade e a flexibilidade que as opções alternativas oferecem. No entanto, trabalhar em casa ou em espaços comuns como cafeterias tem suas desvantagens, pois os dois ambientes podem ser barulhentos, apertados e cheios de distrações. É aqui que entra o escritório de coworking; oferecendo aos trabalhadores uma pausa do cenário repetitivo do escritório, bem como a paz e a tranquilidade para fazer o trabalho sem distrações.

Os escritórios de coworking também aumentam a motivação, a produtividade e ajudam a criar um sentido de comunidade e pertença. Eles têm se mostrado ótimos lugares para fazer contatos e encontrar pessoas que pensam como você, com as quais você não teria a oportunidade de se conectar de outra forma. Além disso, para quem gosta de variedade, em vez de sentar na mesma mesa todos os dias, a capacidade de escolher entre trabalhar em um espaço de trabalho de plano aberto ou ficar em uma cabine privada durante o dia pode ser revigorante.

Por que os escritórios de coworking falham

Ocasionalmente, os escritórios de coworking falham – e isso pode acontecer por alguns motivos diferentes. Para começar, construir um escritório de coworking em um local onde não haja demanda suficiente para um pode ser uma mudança arriscada. Em cidades agitadas e agitadas, cheias de jovens profissionais, o escritório de coworking prospera, mas áreas escassamente povoadas têm menos probabilidade de atrair passos regulares.

Em seguida, o design do espaço em si pode fazer com que um escritório de coworking falhe – espaços mal projetados com mesas insuficientes, falta de espaço ou iluminação natural reduzida provavelmente não convencerão os visitantes a voltar uma segunda vez.

Finalmente, as amenidades e instalações são extremamente importantes para o sucesso de um escritório de coworking. Você nem sempre precisa oferecer futebol de mesa, aulas de ioga ou cerveja na torneira – mas as regalias e benefícios geralmente ajudam muito na criação e manutenção de uma clientela leal.

O que torna um bom escritório de coworking

Se você está pensando em experimentar um escritório de coworking, há vários fatores que você deve levar em consideração. Em primeiro lugar, a localização será a chave – escolha um espaço de trabalho que esteja convenientemente localizado e não demore muito para ir e voltar. Em seguida, observe as instalações – há uma boa conexão WiFi? Você precisará de equipamentos específicos ou salas de reunião durante o dia? Existem cadeiras e mesas adequadas para trabalhar? Finalmente, considere o que você acha atraente em um local de trabalho. Muitos escritórios de coworking oferecem vantagens como bebidas e lanches gratuitos e instalações de ginástica como incentivos extras.

No final das contas, suas próprias preferências e requisitos pessoais irão ditar quais escritórios de coworking são mais adequados para você – mas esperamos que este artigo tenha lhe dado uma ideia dos ingredientes necessários para fazer um bom. Mais em: Coworking Ribeirão Preto

O mesmo acontece com a sustentabilidade. Se não houver estratégia, você pode fazer coisas legais, mas quando você formula uma, obtém resultados.

Para fazer coisas bonitas, os artistas já estão lá, então vamos ver o que é estratégia de sustentabilidade e por que está demorando para criar uma para o seu negócio.

Ah! E também falaremos sobre omelete de batata. Porque é legal.

Veja também – Meio ambiente e desenvolvimento sustentável nas empresas
 

O que é uma estratégia de sustentabilidade

Em primeiro lugar, queremos dar uma pincelada sobre o que é sustentabilidade . Pode ser muito óbvio para você, mas nos surpreendemos constantemente com a quantidade de pessoas que pensam que é apenas o meio ambiente.

E não é mentira, o meio ambiente é sustentabilidade, mas apenas parte dela. Ser sustentável implica ter um equilíbrio entre os âmbitos econômico, social e ambiental da empresa.

Se algum desses pilares falhar, seu negócio não é sustentável, é outra coisa:

ECONÔMICO + AMBIENTAL = VIABLE . Quando seu negócio encontra crescimento econômico levando em consideração a proteção do meio ambiente. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

ECONÔMICO + SOCIAL = EQUITATIVO . Você distribui recursos e participação de forma equitativa, para que as desigualdades sociais sejam reduzidas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

SOCIAL + AMBIENTAL = SUPORTÁVEL . Nesse caso, seu projeto contribui para o cuidado com o meio ambiente e um bem-estar mais saudável.

Agora que está tudo mais claro, o que é estratégia de sustentabilidade?

Uma estratégia de sustentabilidade envolve o planejamento de uma série de ações criteriosas cujo objetivo é agregar valor social, ambiental e econômico.

É claro que não é só planejamento, mas tem que ser feito, né?

Benefícios para o seu negócio ao incorporar uma estratégia de sustentabilidade

Se você está pensando que tudo isso é muito bom, mas o que você ganha com o esforço de planejar e implementar mudanças em seu negócio , vamos ver quais são as vantagens de transformar seu negócio em sustentável (mas verdadeiramente sustentável).

Melhor imagem da marca e vantagem competitiva

Não é por acaso que as grandes marcas não param de lançar produtos “sustentáveis”. Eles não são burros, sabem que isso melhora sua imagem e que cada vez mais os clientes estão olhando os valores da marca antes de comprar.

De acordo com um estudo feito ao redor do mundo pela Uniliever, 33% dos consumidores escolhem marcas sustentáveis , mas a coisa sobe para 78% nos Estados Unidos e acima de 80% nos países emergentes.

Portanto, se você deseja que os clientes o amem, a sustentabilidade será sua aliada . Mas os clientes também não são estúpidos e se algo não corresponder à sua mensagem, eles perceberão. Depois de perder a confiança deles, você nunca a terá de volta. Portanto, planeje e defina uma estratégia coerente .

Aumente a produtividade e reduza custos

Os críticos da sustentabilidade (porque tudo neste mundo tem pessoas contra) afirmam que as práticas de negócios sustentáveis ​​engolem os lucros. Minha mãe! O absurdo do absurdo.

A sustentabilidade nos ajuda a ser eficientes, otimizar esforços e conservar recursos , o que melhora a produtividade dos funcionários e reduz custos.

A redução de custos também está relacionada às estratégias de conservação de energia e água .

Que sim! Que as ações de maior impacto são mais caras de implementar, mas os resultados de longo prazo justificam o investimento.

Aumenta a capacidade de cumprir a legislação

Nos próximos anos, as coisas vão ter que ficar muito mais sérias em termos de legislação ambiental e social.

Integrar a sustentabilidade ao seu negócio o ajudará a enfrentar as novas regulamentações de forma fácil, pois você estará um passo à frente e não terá que se preocupar com nada.

Atraia funcionários e investidores

Já falamos sobre como a sustentabilidade atrai clientes, mas não apenas eles. As pessoas gostam de se associar a outras pessoas positivas e não querem ser vinculadas a empresas envolvidas em desastres ecológicos e escândalos de assistência social.

Mostre que sua empresa é respeitosa com o meio ambiente e com seus funcionários e você atrairá a qualidade das pessoas que deseja empregar e os recursos de que sua empresa precisa para se expandir.

Para se ter uma ideia, o sétimo relatório de sustentabilidade do Boston Consulting Group (BCG) em colaboração com o MIT Sloan Management Review revela que 75% dos principais gestores de empresas de investimento veem a sustentabilidade de uma empresa como algo materialmente importante na decisão de sua investimento . Ainda mais impressionante, quase metade não investiria em uma empresa com um histórico ruim de sustentabilidade.

Essa também é uma boa maneira de parar de ver a sustentabilidade como uma despesa, porque é onde está o dinheiro e você está verificando.

Prioridade em licitações

Se você entrar em competições públicas, a sustentabilidade lhe dará pontos. Em alguns desses concursos, muitas vezes você nem poderá participar se não tiver uma estratégia de sustentabilidade e documentos que a justifiquem, como um Relatório de Sustentabilidade ou um Plano Estratégico de Responsabilidade Social Corporativa .

A coisa é clara, você perde uma oportunidade de negócio.

É o correto

Sim, você sabe muito bem, cuidar do meio ambiente e melhorar a sociedade é o caminho certo. E com esta frase somos tão amplos porque achamos que não há mais nada a acrescentar;)

Tipos de estratégias de sustentabilidade

Cada empresa ou projeto tem seu próprio estilo, sua maneira de fazer as coisas. É como começar a fazer omelete de batata, cada um tem sua maneira de fazer e como a nossa mãe não tem, né?

Em relação à sustentabilidade (e tortilhas), podemos distinguir as seguintes estratégias:

Hiperativo

Aqui a empresa vê a sustentabilidade como uma necessidade e uma oportunidade, por isso define uma agenda e atua de acordo.

Se passarmos para a omelete: você sabe que está bom e começa a completar as tarefas e a investigar como fazer uma receita de luxo.

Proativo

Você estará nesta situação se sua empresa tentar se antecipar à legislação e às inovações e tentar se manter um passo à frente. A filosofia é baseada na crença de que a sustentabilidade é nossa responsabilidade .

Em vez de descer ao bar para comer um pincho de tortilha, você faz em casa porque é sua responsabilidade e também antecipa que alguém mais quer você em casa.

Reativo

Esta estratégia baseia-se no cumprimento da legislação e apenas na reacção às pressões externas de clientes, fornecedores, etc., porque não se vê o valor da sustentabilidade , mas sim como um gasto que deve ser minimizado. Inconsciente!

Quer dizer, você faz omelete porque em casa te dão a turra junto, mas gostaria que você evitasse.

Seguidor

Neste, não são introduzidas inovações ou esforços de melhoria, apenas a tendência é seguida e são feitas tentativas de adaptação à nova situação.

Você faz a omelete para sua mãe a vida inteira porque tem que fazer, mas nem pensa em ir comer ovos do campo porque não liga para a omelete feliz.

Inativo

Isso é o pior de tudo, porque nega que haja um problema e não age de forma alguma.

“Tortilla? Isso é um absurdo que alguns inventaram para tirar os quartos de nós. ” e você continua comendo ovos crus

Como desenvolver uma estratégia de sustentabilidade para o seu projeto

Não acreditamos que você queira comer ovos crus ou seguir o fluxo (caso contrário, você seria um funcionário e não estaria abrindo empresas), então é hora de definir sua estratégia de sustentabilidade com uma consultoria ambiental.

Você pode se perguntar se isso é para você. Claro, não nos importamos que na sua empresa seja só você, que sejam 2.000 de vocês, ou que se dediquem a prestar serviços, vender produtos ou investigar se as pessoas preferem tortilla com ou sem cebola. A sustentabilidade é aplicável a qualquer projeto.

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A conscientização sobre a importância da sustentabilidade nos negócios tem crescido cada vez mais nos últimos anos.

Felizmente, hoje já podemos perceber ​diversos exemplos de empresas sustentáveis no Brasil e no mundo.

O que  tem trazido  inúmeros benefícios tanto para sociedade como para as empresas.

Isso porque além de respeitar o meio ambiente, a sustentabilidade empresarial tem a capacidade de mudar de forma positiva a imagem de uma empresa junto aos consumidores.

No final, ser uma empresa sustentável é garantir que exista futuro para a empresa, para os recursos naturais e a sociedade em torno dela, garantindo a produção atual sem comprometer as futuras gerações.

Mas como tornar sua empresa sustentável? Bom, para entender como trazer mais sustentabilidade para seu negócio, basta acompanhar a leitura deste artigo até o final.

Vamos lá?

Para facilitar a sua leitura, o artigo foi dividido da seguinte forma:

●   Consultoria ambiental Campinas: afinal, o que é uma empresa sustentável?

●   Consultoria ambiental Campinas: o universo empresarial e a sustentabilidade caminhando de mãos dadas

●   Conclusão: afinal, como tornar minha empresa sustentável?

Consultoria ambiental Campinas: afinal, o que é uma empresa sustentável?

Uma empresa sustentável pode ser definida como aquela que visa o desenvolvimento sustentável de uma sociedade.

Por isso, investem num conjunto de ações que visam o respeito ao meio ambiente e o desenvolvimento sustentável da sociedade.

Levando essas informações em consideração, para que a empresa seja considerada sustentável de forma ambiental e social, ela precisa ter atitudes éticas, que venham trazer um crescimento econômico.

O crescimento econômico é importante, pois, sem isso ela não vive, mas isso deve ser feito ​sem agredir o meio ambiente e também colaborar para o desenvolvimento da sociedade.

No final, tais ações além de respeitar o meio ambiente, tem a capacidade de mudar de forma positiva a imagem de uma empresa junto aos consumidores.

É importante reforçar que a sustentabilidade empresarial não é uma atitude superficial que almeja o marketing, aproveitando o momento da “onda ambiental”.

Portanto, as práticas devem ser adotadas por uma empresa que deseja apresentar resultados práticos e claros significativos para o meio ambiente e para a sociedade.

Consultoria ambiental Campinas: o universo empresarial e a sustentabilidade caminhando de mãos dadas

Sim, apesar de parecer ações com objetivos distintos, hoje podemos ver o universo empresarial e a sustentabilidade caminhando juntos.

Nos últimos anos tivemos, por exemplo, o aparecimento de inúmeros empresas ecológicas e sustentáveis.

Tais empresas buscam não apenas realizar ações que favoreçam seu desenvolvimento, como também respeitem o meio ambiente e a sociedade de maneira global.

Desta forma, elas acabam seguindo o tripé da Sustentabilidade, que consiste em práticas sociais, ambientais e econômicas que ajudam para a sua evolução e para um mundo melhor.

O objetivo dessas empresas ecológicas e sustentáveis é trazer uma melhor qualidade de vida às pessoas ligadas, direta ou indiretamente, à empresa.

Assim sendo, na esfera ambiental, há ações que priorizam minimizar os impactos negativos que foram causados por suas atuações, usando, de forma eficiente, todas as matérias-primas, a reciclagem e claro as fontes de energia renováveis.

E sim, no âmbito econômico, a atenção continua sendo voltada aos lucros.

Porém, o planejamento e as ações responsáveis pela lucratividade estão mais alinhados a atitudes conscientes, que respeitam o meio ambiente e proporcionam uma melhor qualidade de vida para todos.

Conclusão: afinal, como tornar minha empresa sustentável? 

Como foi falado no início do artigo, o aumento dos problemas ambientais, que foi causado pelo crescimento desenfreado nas últimas décadas, tornou os consumidores mais conscientes da necessidade e importância da defesa ambiental.

Por isso, cada vez mais os consumidores estão buscando produtos e serviços de empresas mais sustentáveis.

Ou seja, se tornar sustentável se tornou uma obrigação se o negócio pretende continuar vivo no mercado.

Porém, como também foi possível perceber, nem sempre fica evidente quais são as medidas a serem tomadas para que tal projeto possa ser concretizado.

Hoje o que podemos concluir é que, na prática, para ser uma empresa sustentável, uma companhia precisa de menos discurso e mais ação.

Para que uma empresa possa realmente aderir ao conceito de sustentabilidade, é preciso que ela adote atitudes éticas e práticas que estimulem o seu crescimento econômico, de modo a reduzir os danos de suas externalidades negativas.

Claro, sabemos que implementar o conceito de sustentabilidade é um processo complicado e que exige tempo.

Por isso, para te ajudar nesse processo, o mais indicado é sempre contar com ajuda de profissionais especialistas em consultoria ambiental.

Tais profissionais poderão analisar e sugerir as melhores e mais viáveis alternativas, em todos os processos onde o meio ambiente está envolvido no projeto do seu negócio.

Com a ajuda desses profissionais o seu negócio poderá chegar aos resultados necessários e assim tornar os processos mais ambientalmente sustentáveis.

Precisa de ajuda? Clique aqui e fale já com um consultor ambiental! 

É só entrar em contato com a gente pelo nosso site ou redes sociais. Estamos à disposição para tirar suas principais dúvidas e realizações de orçamentos.

Aproveite, curta e compartilhe a sua opinião conosco!

Dúvidas, críticas ou elogios deixe nos comentários.

Até a próxima!

Quem são os Stakeholders no Projeto

Muitas pessoas frequentemente ficam confusas com as perguntas “O que é um stakeholder?” e “Quem pode ser um stakeholder em um projeto? “.

A definição de parte interessada, de modo geral, compreende o seguinte: Os stakeholders são indivíduos ou organizações que são investidos em um determinado projeto e que são afetados por este projeto de alguma forma, e sua contribuição tem um impacto direto sobre o resultado do projeto.

A estrutura utiliza um processo de categorização para definir os stakeholders e identificar todas as partes interessadas para o programa, e isto funciona igualmente bem para o gerenciamento do projeto.

Existem quatro tipos de stakeholders, que fornecem um ponto de partida para que você possa fazer um brainstorming de todas as partes relevantes envolvidas.

Esta lista de partes interessadas abrange usuários, governança, influenciadores e fornecedores. Vamos analisar cada um deles com um pouco mais de detalhe.

Veja Também: Fios: Algodão, Viscose ou Poliéster?

Quem são os Stakeholder no Projeto?

Usuários

Os usuários são as pessoas do tipo de interessados que utilizarão os produtos de seu projeto ou programa. Eles são os beneficiários dos resultados.

Eles podem ser clientes que são um grupo muito importante de stakeholders ou outro departamento interno.

Por exemplo, no caso da entrega de um novo pacote de software para sua equipe de vendas, as partes interessadas seriam a equipe de vendas.

Governança

Estas são pessoas ou grupos de pessoas que têm interesse em como as coisas são administradas no projeto ou programa.

Por exemplo, os conselhos de administração ou grupos de direção se enquadrariam nesta categoria, pois normalmente têm a função de monitorar a qualidade do projeto à medida que ele se desenvolve e de fornecer aconselhamento e orientação ao longo de seu curso.

Neste grupo de governança, os stakeholders pertencem a auditores, reguladores e executivos de saúde e segurança.

Influenciadores

Influenciadores são as pessoas que têm o poder de influenciar decisões e a capacidade de mudar a direção de um determinado projeto ou programa.

No grupo de influenciadores como stakeholders pertencem a sindicatos e grupos de lobby, pois são conhecidos por terem a capacidade de influenciar o andamento de um projeto e proteger e melhorar o resultado.

Fornecedores

Como seria de se esperar, fornecedores e vendedores se enquadram nesta categoria. Mais especificamente, o trabalho de um fornecedor é fornecer uma empresa. Além disso, o grupo de fornecedores pode cobrir um número maior de perfis, incluindo também parceiros comerciais, contratantes temporários, pessoal de catering e qualquer outra pessoa que forneça recursos para o projeto ou programa.

Há muitos casos em que um indivíduo ou um grupo se enquadraria em mais de uma categoria.

O pessoal poderia ser tanto usuário quanto influenciadores – especialmente se você os estivesse pesquisando sobre suas necessidades de treinamento, por exemplo, e depois moldando o programa como resultado dos resultados.

Você também pode quebrar as categorias, o que é especialmente útil no caso dos usuários.

Você pode dividir isso em usuários internos e externos, ou usuários de Marketing e Atendimento ao Cliente, ou usuários em tempo parcial ou permanente, ou qualquer combinação que achar conveniente para você e seu projeto.

Conclusão

O objetivo de categorizar as partes interessadas é poder proporcionar-lhes uma comunicação direcionada em relação ao projeto ou programa, de modo a desagregar seus grupos de partes interessadas em silos significativos relacionados a interesses compartilhados.

Você pode usar uma ferramenta de mapeamento para identificar os stakeholders e mover os grupos de volta até que você esteja satisfeito com o resultado. Tente manter os grupos em um nível prático.

Não é útil para seus planos de comunicação ter ‘membros do público’ mas poderia ser útil ter ‘membros da imprensa cobrindo a área em torno da qual estamos construindo uma nova fábrica’.

Com Qual Trabalhar?

A primeira coisa que devemos saber é que o algodão é uma fibra natural e nobre, cujo uso na costura e bordados é antigo e faz parte da tradição que continua este maravilhoso ofício até hoje. Sou a favor da teoria de que não estamos aqui apenas para fazer artesanato, mas também para homenagear um trabalho, estudo e técnica que remonta a milhares de anos. Uma herança milenar O algodão é resistente, tolera bem a umidade, preserva muito bem a cor (graças ao processo de mercerização dos fios de boa qualidade); entretanto, pode encolher quando submetido a temperaturas acima de 40°C, então nem pense em colocar roupas bordadas na secadora.

O poliéster, por sua vez, é uma fibra sintética de plástico, muito mais barata que o algodão, extremamente resistente ao frio, mas muito fraca ao calor intenso, como passar. No mundo dos bordados, os fios de poliéster são geralmente opacos, mais grossos e não têm um acabamento sedoso como o algodão. Os fios fluorados são sempre feitos desse material, já que as fibras naturais não conseguem atingir aqueles tolos quase reflexivos quando tingidas.

A viscose (ou rayon) fica no meio, é um material semissintético que consiste em uma fibra de celulose submetida a diversos processos químicos. O fio desse material é sedoso, brilhante e macio (já que é a símile barata e sintética da seda), e muitas vezes no mercado grandes marcas o vendem como “fio de seda”, mas está longe de ter as qualidades do último lote. O fio de viscose não é muito resistente quando seco e principalmente quando molhado, por isso a decisão de incluí-lo ou não no bordado é complexa. O que sim, nem pensar nisso para strass, já que sua baixa resistência pode fazer com que corte com facilidade e nosso meticuloso trabalho se perca.

Portanto, quando se trata de bordados, minha opinião é que todos os tipos de fios são bem-vindos, SEMPRE E QUANDO conhecemos bem suas propriedades e sabemos que a superfície onde os usaremos é adequada.

Para trabalhar com strass é outra história. Os fios de algodão e de seda são os meus preferidos, não só porque são a matéria-prima original, mas porque são limpos, a sua produção não agride o ambiente e são extremamente firmes e resistentes quando são de boa qualidade. Ainda mais se, no caso do algodão, for encerado com cera de abelha 100% natural. Os fios metálicos e de viscose para mim são descartados no trabalho do guarda-roupa e eu só os usaria em uma pintura ou projeto decorativo que não vá ter atrito, devido à sua baixa resistência. O fio de poliéster, por mais resistente que seja, não é um material nobre e não valoriza um trabalho que se baseia em uma técnica milenar. Qual é a utilidade de trabalhar com strass finos, calibrado ou caro se for costurar com linha de plástico? Não há uma contradição aí? O investimento em fio de algodão vale a pena, não só pelo resultado, mas porque efetivamente estaremos criando empregos de alto valor técnico e de maior qualidade, o que para mim é inevitável.

A fatura e a conservação de uma obra com fio natural, simplesmente não têm comparação.

Além da produção em massa, a produção passa inevitavelmente pela impressão 3D e em um momento como hoje, em que as Impressoras 3D ganham cada vez mais importância, permitindo a fabricação de suprimentos médicos em meio à pandemia de COVID-19, proporcionando aos designers e fabricantes a capacidade de criar modelos sob demanda.

A tecnologia aplicada aos sistemas de impressão 3D tem evoluído a um ritmo quase vertiginoso. O que muito recentemente era um aparelho muito complexo, pesado e caro, hoje é  uma  impressora 3D  versátil e gerenciável  a ponto de já existirem modelos domésticos, com um tamanho semelhante ao de  uma impressora jato de tinta padrão , por isso  muitas empresas desejam adquirir pelo menos um e, percebendo seu potencial, incorporam mais equipamentos em seus negócios.

Redução de custos

Ter suas  próprias impressoras 3D requer um cálculo de custo de produção. O investimento inicial é amortizado com as peças produzidas, e com a vantagem de ter as peças em horas e não em dias ou semanas e por isso é preciso ter claro que o uso das impressoras vai ser lucrativo. Em comparação com um serviço externo, comprar uma impressora 3D será mais econômico quando as peças forem fabricadas regularmente. A terceirização só deve ser deixada para os casos em que uma parte é necessária em uma base específica.

O custo de um serviço de impressão de terceiros pode ser muito alto, observando que os prazos de entrega podem ser atrasados por uma série de razões. Quando a demanda por produtos impressos em 3D é alta e os tempos de manuseio são muito curtos, o investimento se paga em pouco tempo, apenas alguns meses.

Qualidade na impressão 3D

Outro detalhe fundamental é a qualidade de uma impressora 3D na hora de oferecer resultados. O uso dos materiais e o acabamento das peças podem variar dependendo da máquina utilizada.

Também é fundamental determinar a precisão dos elementos que serão produzidos, de acordo com a aplicação que terão. A partir de protótipos de modelos, cópias funcionais, suportes para a fabricação de outros elementos ou peças destinadas ao uso final.

É interessante revisar as especificações de cada modelo de impressora que está sendo estudado para adquirir, bem como os comentários de quem escolheu uma ou outra, para saber se os resultados realmente coincidem com o que é indicado.

Fácil de usar

As impressoras 3D modernas proporcionam aos usuários uma boa experiência com base em sua facilidade de uso. O design digital pode ser facilmente enviado para a máquina e até mesmo fazer alguns ajustes com base nas necessidades que podem surgir na hora.

Não é necessário ter um treinamento específico, logo não é necessário ter um operador especializado no serviço de impressão 3D. Como regra geral, um designer que lida com o software de geração de modelo tridimensional pode criar modelos para impressão 3D sem problemas. Portanto, o investimento em aprendizagem é reduzido, mesmo a zero.

Eficiência do processo

Ter uma impressora 3D proprietária proporciona à empresa o máximo de eficiência e rapidez na geração de projetos. Você não precisa esperar que um projeto entre em vigor, mas em questão de horas você pode obter o modelo de protótipo mais recente ou a peça de que precisa com as correções adequadas.

Esta é uma vantagem importante a nível competitivo, uma vez que determinados produtos podem ser alcançados reduzindo custos, tanto econômicos quanto de tempo. O produto pode ser comercializado com antecedência e com um nível de design que beira a perfeição.

Como calcular o custo

Ao analisar se a compra de impressoras 3D é uma ideia viável, fatores como o custo de materiais ou mão de obra devem ser levados em consideração, fáceis de calcular, bem como outros mais complexos, mas tão importantes quanto de verificar a viabilidade da aquisição:

  • Tempo:  O processo de impressão 3D reduz significativamente o trabalho de desenvolvimento de protótipos e produção de modelos finais. Isso permite que um produto seja oferecido ao mercado com mais rapidez e atenda a demanda com menos tempo de espera. Uma melhoria significativa para um novo nível de competição.
  • Resultados:  Os modelos impressos em 3D facilitam os testes in loco, podendo alcançar uma melhora imediata no resultado final. As correções são introduzidas no processo em questão de minutos às vezes, evitando custos adicionais quando revisões ou alterações precisam ser feitas na cadeia de produção.
  • Propriedade Intelectual:  Por poder criar modelos e peças com a impressora 3D , você tem maior controle da produção, já  que não é necessário compartilhar informações confidenciais com terceiros  e não ocorrem vazamentos de dados.

Procurando dicas para se conectar com prospectos e clientes em seus canais sociais?

Neste artigo, você descobrirá sete dicas para melhorar seu comércio eletrônico usando mídias sociais.

1. Defina os seus objetivos

O sucesso nas mídias sociais depende menos do quanto você fala sobre si mesmo e mais sobre o quanto seus clientes falam sobre você. O compartilhamento de processos de compra significa encorajar os consumidores a compartilhar seus itens favoritos antes, durante e depois de uma compra.

Como evidência, quase 1 em cada 3 usuários do Facebook fez uma compra após “compartilhar, favorecer ou comentar” sobre o produto em si.

Você pode aproveitar a satisfação do cliente para interagir com o público que você de outra forma pode ter perdido ou ignorado, e atacar enquanto o ferro (comércio eletrônico) está quente.

2. Produza conteúdo sazonal, tópico e relacionado a eventos

Quase todas as empresas de comércio eletrônico operam em um calendário sazonal e, na maioria das vezes, fazem um ótimo trabalho criando vendas, descontos, e-mails e incentivos. Eles também se destacam em estocar seus fluxos sociais com anúncios sobre todas essas atividades sazonais de comércio eletrônico.

Onde a maioria das lojas fica aquém, no entanto, é com a criação de conteúdo sazonal que não é excessivamente promocional. Por que isso é uma coisa ruim? Porque dominar sua atividade sazonal com um arremesso após o outro sai como completamente ingênuo … e até anti-social.

3. Invista no Anúncios Pagos

Algumas vantagens oferecidas pelas redes sociais é a possibilidade de impulsionar suas publicações por meio de anúncios pagos.

Você pode segmentar suas campanhas pagas por idioma, localidade, gênero, idade e interesses, e você pode definir o investimento que será gasto diariamente.

Essa é a chance de alcançar um público ainda maior, veiculando produtos, conteúdos e, principalmente, direcionando novos usuários para a home do seu e-commerce.

Faça publicidade no Facebook e em outras redes, aproveite a visibilidade dessas plataformas!

4. Crie um conteúdo relevante

Podendo ser um pouco diferente de conteúdo sazonal, o conteúdo relevante é conteúdo direcionado e compreensível.

Em seu conteúdo, informe textos e ideias válidos, pois, tudo aquilo que for útil para o consumidor será interpretado de forma positiva e, dessa forma, a marca que estiver oferecendo as informações será percebida como uma marca que possui credibilidade, o que pode ser considerado um fator decisivo na hora da compra.

5. Seja muito criativo

Criatividade é a chave na gestão de redes sociais, tanto para atrair a atenção dos consumidores, quanto para criação de conteúdo.

É importante buscar referências em outros lugares e implementar a criatividade em todas as ações: Inicialmente planeje o conteúdo, imagens, textos e vídeos que serão veiculados nas redes sociais.

Vale muito a pena contratar uma agência especialista em gestão de redes sociais para empresas.

6. Planeje seus posts

Um dos segredos para um bom perfil social e a publicação recorrente, será entendida pelo público como uma marca que se preocupa com as redes sociais e atualiza constantemente o seu conteúdo.

Defina horários de publicação e os dias da semana também, para que as páginas estejam sempre bem atualizadas e assim mantendo seus clientes engajados e informados.

7. Seja amigo dos consumidores

Faça com que o público se sinta bem acolhido e principalmente, ouvido. Responda comentários, convide as pessoas a compartilharem e se expressarem.

As conexões são muito valiosas, pois fazem com que um consumidor crie apreço pela marca e isso pode levá-lo a comprar os produtos ou serviços oferecidos.

Conclusão

No geral, para aumentar as vendas em redes sociais é ideal entender o seu público.

Criar conteúdo relevante e que pode ser compreendido pelo público-alvo é um fator essencial para atrair consumidores;

Um cronograma de postagens é essencial.

Esses aspectos são fundamentais para aumentar as vendas nas redes sociais, existem empresas que analisam e aplicam as melhores práticas de gestão em redes sociais, gerenciados as publicações e os cronogramas, são empresas especialistas na gestão de Redes Sociais.

Agências de Marketing especializadas podem te ajudar a fazer a gestão de sua rede social.

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O cenário de varejo em evolução de hoje está mudando das compras na loja para o mundo online. Os clientes estão achando muito mais conveniente apenas pedir o que precisam online para eliminar o processo de ter que sair e procurar por isso. Eles obtêm muito mais opções do que qualquer loja única normalmente pode oferecer e, em seguida, enviam diretamente para a porta de sua casa. Por causa disso, as vitrines das lojas estão se tornando cada vez mais importantes para as lojas em todos os lugares, como uma forma de atrair os compradores, oferecendo aos clientes algo que eles não podem obter online: interações práticas.

Uma vantagem sobre as lojas online


Os clientes não apenas experimentam roupas e acessórios quando vão a uma loja, mas também veem exemplos de roupas da moda que podem inspirar mais opções de moda. De acordo com o The Wall Street Journal, os manequins estão desempenhando um papel muito importante para fazer com que as luminárias das lojas se destaquem nas imagens de uma tela. Um manequim para loja é uma chance para sua loja mostrar aos compradores algo que eles não podem ver em nenhum outro lugar e seus modelos trabalham para converter essa vantagem em receita.

Quando suas roupas são expostas em um manequim, isso dá às pessoas a chance de interagir com os produtos. Eles podem sentir os tecidos, testar os tamanhos e ver o que estão comprando antes de irem ao caixa.

Os manequins dos dias de hoje


Os manequins de hoje estão se tornando muito mais sofisticados à medida que se tornam mais realistas. Eles são feitos de diferentes materiais e moldados em várias poses, permitindo que esses modelos sejam trabalhados em quase todos os temas.

Para fazer um Manequim para loja se destacar ainda mais entre suas vitrines, considere a C3 Custom Color Collection, que permite que você escolha praticamente qualquer cor que desejar para suas figuras. Isso permite que sejam voltadas para determinadas temporadas e promoções, ao mesmo tempo que lhes dá um toque de vida, diferenciando-os dos modelos de outras lojas.

Está se tornando mais vital impressionar cada cliente que entra pela sua porta. Use sua imaginação para criar diferentes temas e displays para sua loja para mostrar a cada cliente o que significa realmente ir às compras, não apenas clicar em botões em uma tela. Aproveite a oportunidade que seus modelos robustos dão à sua loja enquanto você ainda pode.