Mitos e verdades sobre a sensibilidade nos dentes 

Um problema que afeta muitas pessoas é a sensibilidade nos dentes. Embora seja uma queixa comum entre os pacientes, ela pode desenvolver-se ao longo de alguns anos, mas se não for tratada, acaba causando algumas complicações à sua saúde oral.

Essa sensibilidade pode surgir devido a uma variedade de fatores e os sintomas podem variar, podendo se estender para outras áreas da boca, como gengiva e queixo.

Conhecida como doença periodontal, as estruturas que protegem os dentes são afetadas, resultando em sensibilidade. Neste artigo, vamos falar sobre as causas, tratamento e prevenção desse problema. Continue lendo!

O que é sensibilidade nos dentes?

A hipersensibilidade nos dentes é uma condição que causa dor intensa, mas leve, quando estimulada por algo muito quente ou muito frio. Isso ocorre principalmente quando há pequenas alterações no esmalte dentário, independentemente da causa.

Dependendo do diagnóstico por trás da reação de hipersensibilidade, alguns tratamentos específicos podem ser solicitados. Alguns deles podem ajudar na estética, como o aparelho invisivel.

Essa é uma condição que se desenvolve ao longo dos anos porque acontece justamente pelo desgaste do esmalte dos dentes, e é comum em pessoas com mais de 20 anos, pois quanto mais jovem você for, melhor será a condição dessa camada nas dentições.

Quando já existe um problema com o esmalte do dente, há tratamentos e opções simples a serem exploradas, como as facetas de porcelana. Elas servem como uma barreira e o contato com as cerdas da escova ou até mesmo alimentos é nulo. 

Também é importante entender que a sensibilidade dentária, embora seja um problema muito comum, requer atenção.

É relevante saber quais são os principais sintomas da sensibilidade dentária e consultar seu dentista, caso apresente algum desses sintomas, pois podem acabar prejudicando tratamentos futuros. 

Por exemplo, para realizar alguns procedimentos odontológicos, como a colocação de prótese dentaria, é preciso que sua arcada dentária esteja saudável e sem sensibilidade. 

Os principais sintomas da sensibilidade nos dentes incluem:

  • Dor ao ingerir alimentos ou bebidas em diferentes temperaturas;
  • Dor ao escovar;
  • Dor ao ingerir alimentos ácidos;
  • Pontadas ao respirar ar frio.

Portanto, se você apresentar algum desses sintomas, não adie sua consulta com seu dentista, pois somente ele poderá orientá-lo da maneira correta e dar as melhores dicas de como evitar que isso aconteça.

É importante lembrar que, a sensibilidade nos dentes pode também prejudicar tratamentos ortodônticos. Isso porque, para que os dentes consigam se alinhar da maneira correta, eles precisam estar fortes e saudáveis.

Caso contrário, o tratamento pode vir a demorar mais tempo que o previsto.

Principais causas da hipersensibilidade

Agora que você entende quais são os principais sintomas desse problema, deve-se compreender algumas das principais causas da sensibilidade nos dentes e as melhores formas de evitar que o problema persista.

Eles são: escovação incorreta, ingestão frequente de alimentos ácidos e acúmulo de estresse. 

Deve-se atentar à sua rotina de higienização bucal. Por exemplo: se você faz um tratamento com ortodontia invisivel e seu dentista diz que a escovação é um dos principais pilares para que tudo ocorra conforme o planejado.

A falta ou a má escovação pode resultar em periodontite, formação de placas bacterianas e, até mesmo, a sensibilidade. 

Os principais mitos e verdades sobre a sensibilidade dentária

Chegou o momento de descobrir quais são os mitos e verdades sobre este tema! Reunimos uma lista das principais dúvidas sobre a sensibilidade dentária:

  1. A sensibilidade dentária é uma doença?

Mito. Os profissionais ressaltam que a sensibilidade nos dentes é causada por problemas comuns, como escovação insuficiente, cárie dentária e outros problemas mais graves, como gengivite. Então é um sintoma, não uma doença.

  1. Tratamentos de clareamento tornam os dentes mais sensíveis

Verdade. Sabemos que muitas pessoas acabam desencorajadas constantemente pelo valor clareamento dental para ter o sorriso perfeito.

Mas é importante lembrar que as substâncias usadas em clareamentos caseiros, se usadas com muita frequência, podem penetrar no esmalte e atingir a dentina – o que pode deixar os dentes temporariamente sensíveis.

Por isso, o valor do clareamento dental em consultório acaba se justificando, por impedir que isso aconteça, afinal, todo o procedimento estará sendo realizado por um profissional treinado.

  1. A escovação dos dentes não influencia na sensibilidade

Mito. Como já dito anteriormente, a escovação inadequada, a força excessiva ou o uso de uma escova com cerdas muito duras podem aumentar o desgaste da camada de esmalte, o que gera a sensibilidade dos dentes.

  1. Existem cremes dentais capazes de proteger os dentes

Verdade. Atualmente, existem cremes dentais recomendados por dentistas com a capacidade de criar uma barreira protetora ao redor da dentina e, assim, aliviar os sintomas de sensibilidade.

Como se prevenir da sensibilidade dentária?

Para evitar esses problemas, as principais ações a serem tomadas incluem saber como controlar a alimentação. Além de tentar manter uma rotina saudável diariamente sem acumular muito estresse, praticando atividade física e bebendo bastante água.

Não deixe de consultar seu dentista para observar o que está acontecendo com sua boca e evitar complicações futuras.

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe do blog Qualivida Online, site no qual é possível encontrar diversas informações e conteúdos sobre os cuidados com a saúde física e mental.

Alimentos ricos em antioxidantes naturais nos protegem dos radicais livres, que são a causa de doença e envelhecimento das células. Muitos estudos ligam uma dieta rica em alimentos aos antioxidantes (frutas e legumes) e níveis mais baixos de câncer na pirâmide alimentar.

Proteção cardiovascular que o colesterol se torna realmente prejudicial ou perigosa quando oxidado pelos radicais livres (tende a prender nas paredes das artérias)

Classes antioxidantes e alimentos antioxidantes mais potentes de cada tipo

  • Carotenóides : incluindo os diferentes tipos de antioxidantes ( . Beta- caroteno , luteína , etc ) são abundantes na cenoura, espinafre, damascos, tomate, abóbora ou abóbora , mamão , melão e brócolis.
  • Coenzima Q- 10: amendoim e soja ou óleo de soja.
  • Selênio: nozes, alho e sementes de girassol ou de alguns alimentos são conhecidos antioxidantes.
  • Vitamina C: para ser encontrado em frutas e vegetais. Destaques: pepino, pimentão, mamão, melão, couve de bruxelas , brócolis , morangos, laranjas, limões, kiwi e tomates.
  • Vitamina E: óleos vegetais (soja, girassol e milho) e, nozes, sementes e cereais (destaques germe de trigo), alimentos são ricos em antioxidantes, como a vitamina E.
  • Zinco: dentro da fábrica incluem sementes de abóbora ou abóbora e nozes e cereais.
  • Ácido elágico : açaí , romã, kiwi , morangos e framboesas.
  • Capsaicina : alimentos antioxidantes que se destacam por sua contribuição para este tipo de antioxidantes são a pimenta caiena , pimentões e pimentas .
  • Catequinas : destaques do chá verde e do cacau .
  • Compostos de enxofre: o alho-poró , alho e cebola .
  • Hesperidina : alimentos ricos em antioxidantes, estes incluem citros.
  • Licopeno tomate é, talvez, o alimento rico em nutriente.
  • Luteína: gema de ovo tem 80%, 60 % de milho e 20% de brócolos. Também podem ser encontrados em algas, tomates , bananas .
  • A quercetina : o chá verde , uvas, brócolis, cebola , vinho tinto e cerejas.
  • Taninos: vinho tinto conhecido por sua grande contribuição neste tipo de antioxidantes. As uvas consumidas com a sua pele ( bem lavados ) também têm uma alta contribuição.
  • Zeaxantina : cabaças e abóboras, Goji berries , espinafre e milho são os alimentos antioxidantes mais representativos.

Quais são alguns dos alimentos antioxidantes mais potentes?

Embora nós já conversássemos sobre muitos alimentos antioxidantes você deve se lembrar de que o verde (também vermelho e branco), o Granada, o Noni , açaí, uva ( com casca e sementes ) , Goji berries , diferente tipos de mirtilos ( vermelho e azul) e o mangostão são alguns dos alimentos ricos em antioxidantes naturais.

Dicas básicas sobre alimentos antioxidantes em nossa dieta diária

Tome uma xícara diária de chá verde (vermelho, branco) ou café natural de manhã.

Comer duas ou três peças de fruta por dia. Eles não são muito verdes ou muito maduros e tentar ser fruta da época.

Não vamos perder uma boa salada mista no almoço e jantar.

Temperar seus alimentos com temperos naturais como salsa, cúrcuma, endro , coentro, gengibre ou curry , porque são alimentos antioxidantes muito eficazes e sabor rico.

Se sentir vontade de ter algo doce lembrar que além da fruta, um pouco de chocolate preto (sem leite) nos dá uma boa dose de antioxidantes naturais.

Alguns alimentos podem alterar a química do cérebro e fazer com que você fique com o humor melhor. Se você notar que o seu humor diminui ao longo do dia, tente incorporar em sua dieta os alimentos que vamos lhe recomendar. Você verá melhorias! Fique atento a mais esta incrível matéria sobre alimentação.

Quem é João Puma? João, o Puma, é um médico renomado e chef que ajuda você a ser mais feliz com o que você come. Está cientificamente provado que, o alimento que você come, pode mudar o seu humor por causa de substâncias que mudam a química do seu cérebro.

Existem alimentos que estimulam a secreção de serotonina no cérebro, o hormônio da alegria. Este é apenas um exemplo de como as receitas do Doutor Puma podem ajudá-lo a melhorar o humor, a melancolia, apatia ou tristeza. Quer saber o mais popular? Aqui te contamos!

As melhores receitas da dieta da alegria

  • Salmão com limão e salada de feijão: É um alimento muito completo. Prepare uma salada com feijão branco e pimentão vermelho assado. Tempere com sal e uma colher de chá de azeite de oliva. Depois, prepare de um pedaço de salmão e adicione duas colheres de chá de limão.

Como você se beneficia? O limão e o pimentão contêm vitamina C, que repara as células do seu cérebro. Os feijões são uma poderosa fonte de magnésio e ômega 3 do salmão contém vitamina B6, que estimula a serotonina em seu cérebro.

  • Pimentas com Feijão: Um prato típico mexicano, feijão preto com pimenta. Prepare alguns grãos e algumas pimentas, cozinha-os e acrescente orégano, coentro, um pouco de creme de baixo teor de gordura e pimentas picadas.

Como você se beneficia? A pimenta tem capsaicina, um composto químico que faz com que seu nariz funcione, por isso previne doenças relacionadas ao trato respiratório. Também é comprovado que ela tem efeitos anticancerígenos, ajuda a eliminar as bactérias e evitar úlceras estomacais.

  • Frango assado com tangerina e amêndoa: Cozinhe um par de peitos de frango desossados. Enquanto isso, frite um pouco de azeite com algumas ervilhas e pedaços de tangerina seca . Coloque um pouco de tempero que você goste e adicione um pouco de alho. Em seguida, adicione o frango e banha o prato com uma colher de chá de óleo de gergelim.

Como você se beneficia? As amêndoas são ricas em gorduras monosaturadas, ótimas para prevenir doenças cardiovasculares. Os outros alimentos são muito benéficos para as moléculas que contêm oxigênio, reparando-as e retardando o envelhecimento celular.

Alimentos para secretar a serotonina e ser mais feliz!

Alimentos com o aminoácido triptofano ajudam a secretar serotonina. Entre os mais poderosos estão:

  • Queijo
  • Carne magra
  • Pescados (especialmente os azuis)
  • Legumes
  • Nozes

No entanto, o organismo é incapaz de absorver o triptofano, se não combinado com hidratos de carbono. Por isso, é importante misturar esses alimentos com macarrão, batata ou pão, ricos em carboidratos. Além disso, os alimentos ricos em açúcar estimulam a secreção de insulina, o que faz com que as células do cérebro sejam mais sensíveis a absorver triptofano. Assim, você pode combinar um prato de alguns dos alimentos da lista com pão e, em seguida, um pouco de chocolate.

Tudo que você precisa saber sobre o tratamento de HPV

Papilomavírus humano (HPV) pode infectar a pele ou a mucosa. Não há um tratamento de HPV específico para eliminar as verrugas ou as lesões. Podem aparecer em alguns lugares do corpo (oral, genital ou anal). O médico irá analisar e consequentemente recomendar o melhor método: remédios em forma de pomadas ou cremes, crioterapia, tratamento a laser do HPV ou cirurgia.

Conheça o HPV

Infecção sexualmente transmissível, diversas vezes não causa sintomas, porém pode provocar verrugas em algumas regiões do corpo, como: vagina, ânus, vulva, pênis, orofaringe e na boca. Um modo de se proteger diminuindo o risco de contágio do vírus é utilizando o preservativo. Caso haja a contaminação é necessária a visita ao médico para que o tratamento de HPV seja orientado e acompanhado para evitar o câncer. Veja mais a seguir:

  • O tratamento de HPV necessita ser individualizado, levando em conta as características das verrugas, recursos e efeitos impróprios;
  • Podem ser realizadas em casa ou ambulatoriais;
  • Alguns medicamentos devem ser evitados durante a gestação, como Podofilina e Imiquimode;
  • O tratamento das verrugas anogenitais (ânus e órgãos genitais) não exclui o vírus, portanto elas podem reaparecer;
  • É preciso realizar o exame clínico anogenital completo, pois além das lesões visíveis, pode haver dentro da vagina ou ânus.

Formas do HPV

Para o tratamento de HPV, fatores como a idade, tipo, tamanho, quantidade e localização são considerados importantes. E a finalidade do procedimento é destruir ou diminuir as lesões causadas pela infecção. Pode aparecer em mulheres e homens e é descrita sob três formas:

Latente – quando permanece, sem apresentar sinais a olho nu, podendo se multiplicar;

Subclínica – manifestação da presença do vírus, indicador do câncer de colo, e não apresenta sintomas;

Clínica – é visível, se apresenta como condiloma acuminado (verruga), habitualmente conhecida como “crista de galo”, “figueira” ou “cavalo de crista”. A aparência é semelhante a uma couve-flor e possui tamanhos variados.

Cuidados ao tratar o HPV

Habitualmente, o diagnóstico do HPV é feito de acordo com o tipo da lesão. Na forma latente, é feito por meio de testes biomoleculares que detectam a presença do vírus; na forma clínica, é através do exame clínico urológico. Já a subclínica pode ser detectada por meio do exame preventivo Papanicolau, biópsias e histopatologia, com o intuito de identificar as lesões benignas das malignas.

Importante levar em consideração alguns cuidados simples de saúde para as pessoas com vírus do HPV, como evitar fumar, manter uma alimentação adequada e equilibrada e consultar o médico regularmente. Os principais cânceres estão relacionados à mulher no colo de útero. E no homem pode causar o deslocamento do espermatozoide, prejudicando a fecundação.

Sendo assim, a recomendação sobre higiene deve ser seguida e inclui: não compartilhamento de toalhas, vasos sanitários, usar camisinha em todas as relações (vendo se o preservativo cobriu as verrugas), entre outras.  E ainda assim, contar com um profissional ao qual transmita credibilidade e confiança para realizar o tratamento de HPV. Então, para receber as orientações adequadas, agende uma consulta.

Como a ozonioterapia influencia no seu bem-estar

A ozonioterapia, apesar de ser conhecida desde o final do século XIX, tem se tornado cada vez mais comum e seu leque de benefícios faz com que cada vez mais pessoas se tornem adeptas do procedimento.

Não à toa que muito se fala sobre o fato de a ozonioterapia e o bem-estar serem conceitos que andam lado a lado, seja pela quantidade de possibilidades do tratamento ou pelo fato de ser acessível, prática, segura e bastante eficaz.

O que é a ozonioterapia?

Desde o fim do século XIX têm-se estudado sobre os benefícios da aplicação de ozônio no tratamento de sintomas e doenças. Os estudos se intensificaram muito a partir da Primeira Guerra Mundial e ao longo do século XX. A técnica chega ao Brasil por volta dos anos 1940.

Basicamente, a ozonioterapia consiste na aplicação de gás ozônio (O3) no corpo, mais comumente por via tópica, intramuscular, nas articulações, reto e através de substâncias ozonizadas, como a água. O gás é obtido a partir do oxigênio em geradores de ozônio.

A aplicação de ozônio traz alguns benefícios, tais como:

  • Ação anti-inflamatória e antisséptica;
  • Ação antioxidante;
  • Melhora o metabolismo, a circulação sanguínea e o funcionamento dos tecidos;
  • Aumenta a imunidade;
  • Rejuvenescimento de pele e outros tratamentos estéticos.

Ozonioterapia e bem-estar

O bem-estar físico e mental é uma busca comum de quase todas as pessoas. A saúde física muitas vezes não é plena quando o bem-estar mental também não o é.

A quantidade de benefícios da ozonioterapia faz com que ela seja uma grande aliada do bem-estar por causa de suas propriedades, principalmente as anti-inflamatórias e antissépticas, além do aumento da resposta imunológica.

A possibilidade de aplicação da ozonioterapia em tratamentos estéticos também é uma grande aliada do bem-estar. Tratar rugas, celulites, gordura localizada ou mesmo recuperar a pele após utilizar laser para a remoção de tatuagem ou cicatrizes de acne e cirurgias. Faz parte de uma vida com qualidade se sentir bem, com a autoestima valorizada.

Isso sem falar no fato de que a ozonioterapia é uma grande aliada no tratamento de diversas doenças, porque ao contrário de outros tratamentos, ela é focada não apenas em tratar o problema em si, mas todos os aspectos que o permeiam.

Tudo isso é possível porque o ozônio é natural e geralmente é aceito pelo corpo. Não causa alergias e muito raramente são relatados efeitos adversos, mais raros ainda os que ocorrem com gravidade.

Apesar de ser um tratamento alternativo que não substitui os convencionais, auxilia na melhora da qualidade de vida daqueles que enfrentam adversidades.

Buscando tratamento

A ozonioterapia tem sido cada vez mais procurada e difundida justamente por causa de seus variados benefícios e facilidades em relação ao bem-estar e qualidade de vida.

Por isso, é importante encontrar profissionais qualificados e que transmitam segurança ao paciente, analisando a situação de maneira competente para definir o tipo de aplicação ideal para o problema a ser resolvido.

Vale lembrar que a ozonioterapia não pode substituir completamente tratamentos convencionais, principalmente quando sua finalidade é combater doenças. Mas pode ser um auxílio gigantesco para amenizar sintomas e ampliar a qualidade de vida do paciente, abrandando o sofrimento.

Queda capilar pós-covid é comum?

A covid-19 é uma doença nova, cuja pandemia ainda está em curso, e muitos de seus efeitos ainda estão sendo estudados. Muitas pessoas, após se recuperar da doença —mesmo em casos mais leves —, ainda sofrem algumas consequências por meses.

Essas sequelas, que podem surgir logo depois a recuperação e até mesmo após meses, podem ser desde perda de massa e força muscular, dificuldades de respiração, alterações na percepção de olfato, até mesmo queda capilar, que tem sido muito relatada.

Por que ocorre queda capilar pós-covid?

A queda capilar pós-covid tem surgido em alguns relatos de pacientes, principalmente mulheres. Não apenas os cabelos podem ser afetados, como também os outros pelos corporais. Estima-se que um terço até metade das pessoas que tiverem a doença possam experimentar algum grau de queda capilar.

A situação pode estar relacionada às mudanças de metabolismo causadas pela doença. O corpo, ao combater o vírus, desloca nutrientes e energia para as células e anticorpos, com o intuito de eliminar a doença.

Por isso, partes do corpo como os cabelos podem ter diminuição no recebimento de nutrientes, causando maior fraqueza nos fios que, a partir deste momento, de encontram numa espécie de estado de repouso. A queda capilar pós-covid não costuma causar outros sintomas.

Cuidados com os cabelos pós-covid

Não existe um meio certo de evitar a queda capilar pós-covid. Além de ser uma doença que ainda há muito a se descobrir, todas as pessoas que portaram o vírus, até mesmo as assintomáticas, estão sujeitas a ter sequelas como a queda capilar nos meses seguintes.

Quando a queda capilar pós-covid surge, é necessário que alguns cuidados sejam tomados, tais como:

  • Lavar os cabelos com muito cuidado;
  • Evitar escovar os cabelos com força;
  • Evitar o uso de produtos químicos que podem enfraquecer ainda mais os fios;
  • Evitar alimentos ricos em açúcares e gorduras saturadas.

É importante também que o indivíduo que apresenta perda capilar procure um profissional especializado em cabelos para, por meio de uma análise dos fios detalhada em exames como a tricoscopia, determine o melhor tratamento e diferencie o diagnóstico de outras doenças capilares como a alopecia, ou calvície.

Vale lembrar também que portadores de outras doenças que atingem os cabelos, como a calvície, podem ter o problema acentuado como sequela da infecção pós-Covid.

A queda capilar pós-covid é reversível?

Sim. A queda capilar pós-covid geralmente regride em até 6 meses após seu aparecimento. É uma condição temporária também chamada de eflúvio telógeno e não é incomum que ocorra após outras doenças infecciosas ou picos de saúde mental alterada, como estresse e ansiedade.

A realização de tratamento adequado para a queda capilar pós-covid pode adiantar o fim do problema e fazer com que a recuperação dos fios ocorra de maneira forte e saudável.

Tratamentos para queda capilar pós-covid

Uma vez determinada a causa da queda capilar como consequência da contaminação por Covid-19, tratamentos podem ser aplicados para auxiliar na recuperação dos fios.

Com base nas análises profissionais, o tratamento será indicado de acordo com as necessidades individuais do paciente. Medicamentos por via oral, laser capilar e utilização de produtos adequados podem ser receitados ao paciente de acordo com a necessidade capilar do mesmo.

O que é descolamento da retina?

O descolamento de retina é um problema nos olhos que pode ocorrer com qualquer pessoa. Ele ocorre quando a retina se afasta do seu local de origem, localizada na parte de trás do olho.

Os sintomas desta emergência médica aparecem rapidamente e é de extrema importância que a pessoa vá imediatamente ao hospital, já que se isso não for tratado logo no início, as chances de perda permanente da visão aumentam drasticamente.

Mesmo que toda a população corra o risco de ter um descolamento, as chances podem ser maiores para algumas pessoas, como por exemplo:

  • Se algum membro da família já teve; 
  • Retinopatia diabética;
  • Se a pessoa sofreu uma lesão ocular grave;
  • Miopia extrema;
  • Após uma cirurgia ocular.

As doenças oculares e o envelhecimento podem ser uma porta aberta nesses casos, então é necessário sempre ficar atento para evitar ter uma retina descolada

Quais são os sintomas?

Como qualquer pessoa pode ter a retina descolada, é importante sempre verificar se a saúde dos olhos está em dia.

Outro ponto importante é lembrar que quanto mais cedo for checado se o paciente realmente está com a retina descolada, maior é a possibilidade de sucesso durante a cirurgia. Se demorar muito tempo para descobrir, o caso pode se agravar e desencadear uma cegueira.

Para ficar atento e verificar logo cedo, é necessário conhecer os sintomas que este problema pode causar, já que quando ele acontece, é indolor.

  • Aparecimento de pequenas manchas ou linhas onduladas na visão;
  • Sensação de sombra no campo de visão;
  • Fotopsia;
  • Sensação de olhos pesados.

Como fazer o diagnóstico e o tratamento?

Para descobrir se o paciente realmente está com a retina descolada, é necessário fazer um exame oftalmológico com dilatação simples e indolor.

Caso o exame de retina descolada dê positivo, será necessário fazer um tratamento a laser, mas todo o processo vai depender de quanto ela está descolada e qual o tipo de descolamento de retina o paciente apresenta. Em alguns casos é necessário realizar uma cirurgia, como uma vitrectomia ou um tratamento de congelamento.

Em casos muito graves, pode ser necessário usar até mais de um desses tratamentos, mas esse tipo de cirurgia geralmente é bem-sucedido, levando em consideração que cerca de 9 em cada 10 pessoas se recuperam bem.

Tipos de descolamento de retina

Em um descolamento de retina pode ocorrer mais de um tipo, sendo eles os seguintes: regmatogênico, seroso ou exsudativo e tracional.

Em cada um desses tipos existem características únicas, então para entender a diferença entre eles, veja a lista abaixo.

  • Regmatogênico: ocorre quando o vítreo passa para o espaço sub-retiniano, o que causa uma atrofia da retina, formando então um buraco ou rasgo;
  • Seroso: quando acontece uma inflamação, lesão ou até mesmo anormalidades vasculares, o acúmulo de fluido sob a retina pode levar ao descolamento;
  • Tracional: acontece quando o tecido fibroso ou fibrovascular repuxa a retina sensorial, causado por alguma neovascularização.

Para evitar que este grave problema fique ainda pior, é preciso ir ao médico para conseguir um tratamento urgente dentro de 24 a 48 horas.

Quais cuidados devo tomar com joelho estalando?

Prestar atenção em nosso corpo é uma forma de autocuidado. Observar nossas reações e os avisos que nosso corpo nos dá, ajuda-nos a conhecermos e identificarmos quando algo não está bem conosco. Por exemplo, ouvir se estamos com o joelho estalando nos leva a pensar nos cuidados que devemos tomar e reforça a necessidade de procurar aconselhamento junto a um ortopedista.

Anatomia do joelho

Nossos joelhos são fundamentais para que possamos nos locomover com firmeza e equilíbrio. Além disso, os joelhos sustentam nosso corpo em pé, sendo isso fundamental para atividades básicas como caminhar, subir e descer escadas, e  também para mudarmos de direção.  Além disso, ao praticarmos exercícios físicos, os joelhos precisam estar saudáveis para que consigamos nos exercitar da forma adequada.

Para nos ajudar em todas essas atividades, nossos joelhos são compostos pelos seguintes órgãos:

  • ligamentos;
  • músculos
  • cartilagem;
  • patela;
  • fêmur;
  • tíbia.

Uma curiosidade interessante é que nosso joelho é a parte mais complexa do nosso corpo. Por isso o joelho estalando tem que receber atenção para saber a causa e soluções para este comportamento.

Identificando o joelho estalando

Na linguagem médico-científica, joelho estalando recebe o nome de crepitação articular. Pelo nome já identificamos que o joelho estalando diz respeito a algo relacionado às nossas articulações. Esse atrito ocorre entre os ossos e sua causa mais comum é a diminuição da produção de líquido sinovial.

Outras causas do joelho estalando são:

  • Artrose;
  • Osteoartrite;
  • Fibrose;
  • Irregularidade da cartilagem;
  • Desgaste do joelho
  • Excesso de peso.

O que fazer ao sentir o joelho estalando?

Quando ocorre esporadicamente, o joelho estalando não é visto como algo preocupante ou sinal de alguma doença mais grave, ou complexa. Contudo, sempre que temos o joelho estalando significa que há alguma irregularidade, seja simples que não requer um tratamento específico, seja mais grave, necessitando até mesmo de intervenção cirúrgica.

Um sinal de que pode ser algo mais sério é quando, além do joelho estalando, há sintomas como dores e inchaço. Se o estalo no joelho surge após uma lesão, entorse, contusão ou atividade de impacto, também é preciso ficar atento. Se o joelho estalando também vier com a sensação de travamento da locomoção ou mesmo impedir a realização de atividades (andar, agachar, correr), pode ser sinal de algo mais grave.

A primeira coisa a se fazer nessas situações é consultar um médico ortopedista. Esse especialista irá solicitar exames específicos, como uma artroscopia do joelho para ter um diagnóstico mais preciso da causa e do tratamento para o joelho estalando.

Tratamento

O tratamento para o joelho estalando irá depender do que está causando esse problema. Quando a causa é excesso de peso, será necessário uma dieta nutricional. Já doenças como artrose ou quando ocorre uma lesão, há tratamentos medicamentosos com anti-inflamatórios para aliviar a dor. Em casos mais sérios, quando não se consegue realizar atividades rotineiras, pode ser necessária uma cirurgia para a colocação de uma prótese.

Há tratamentos fisioterapêuticos também, a depender do caso. Além de fortalecer a musculatura do joelho, a fisioterapia irá auxiliar na movimentação dos joelhos. Durante o tratamento com a fisioterapia, o paciente terá algumas restrições como evitar carregar peso e fazer movimentos de impacto, como subir ou descer escadas. Mas após o tratamento, o paciente poderá voltar às suas atividades rotineiras sem maiores preocupações.

Portanto, fique atento caso ouça seu joelho estalando. Busque por um profissional ortopédico e lembre-se, quanto antes começar um tratamento, mais rápido e eficaz serão os resultados.

Principais motivos para remover uma tatuagem da pele

Fazer uma tatuagem, por muitos anos, foi considerado uma decisão que devia ser tomada com muita seriedade, por causa da impossibilidade de sua remoção. Mas com a evolução de tecnologias, hoje é possível remover uma tatuagem da pele.

Ao contrário do que muitos pensam, as pessoas podem decidir por remover uma tatuagem da pele por diversos motivos, e não apenas arrependimento.

Vejamos a seguir como funciona a remoção de tatuagem e quais são os principais motivos que levam uma pessoa a tomar essa decisão.

Como funciona a remoção de tatuagem?

Com o passar do tempo, diversas técnicas já foram e algumas ainda são utilizadas para remover uma tatuagem da pele. A utilização de dermoabrasão, raspagem de pele e cirurgia são exemplos de técnicas que já foram empregadas para a remoção.

Hoje, a tecnologia mais segura e difundida para remover uma tatuagem da pele é o laser. É um procedimento minimamente invasivo. O laser é aplicado diretamente no local da tatuagem.

A luz direcionada do laser para remoção de tatuagem faz com que as moléculas que compõem a tinta da tatuagem se quebrem, facilitando para que o corpo se livre as mesmas. A remoção de tatuagens a laser raramente deixa cicatrizes e a quantidade de sessões vai depender do tamanho e das características da tatuagem.

Motivos que levam alguém a remover uma tatuagem

As pessoas podem decidir remover uma tatuagem da pele por diversas razões. De fato, nenhuma pessoa é obrigada a manter em seu corpo um desenho que não o agrade mais.

Os principais motivos que levam alguém a remover uma tatuagem da pele são:

  • Arrependimento: às vezes, aquela tatuagem foi feita num momento de impulso, imaturidade ou sem sobriedade, e a pessoa se arrependeu de ter feito aquele desenho. Ou então pode ser que a pessoa gostava da tatuagem e ela não a agrada mais;
  • Por razões externas: tatuagens em partes muito visíveis do corpo podem gerar problemas em alguns trabalhos, como militares, por exemplo. Por isso, algumas pessoas decidem remover;
  • Desgaste e desbotamento: às vezes, com o tempo, a tatuagem pode se desgastar e desbotar. Em vez de refazer ou cobrir, algumas pessoas optam por simplesmente removê-la;
  • Frustração: quando o desenho não sai como esperado, ou aquela tatuagem com nome de alguém cujo relacionamento terminou ou simplesmente alguém a quem não há mais tanto apreço.

Cuidados ao remover uma tatuagem da pele

Ao se decidir por remover uma tatuagem da pele, seja por qualquer motivo, a pessoa precisa se atentar a seguir todas as recomendações para que a remoção seja feita de forma eficaz.

É possível que a pele se torne novamente saudável e livre de qualquer cicatriz ou marca da tatuagem antiga. Mas é preciso estar ciente que é um processo que demanda tempo.

Algumas cores, como amarelo, laranja e vermelho demandam mais sessões porque são mais difíceis de ser “atingidas” pelo laser. Tintas mais escuras tem mais facilidade de ser dissolvidas.

Às vezes, o tratamento pode ser doloroso. Não é nenhuma dor insuportável, mas é preciso estar ciente de que o laser pode causar esse desconforto momentâneo. Além disso, é preciso cuidas da pele a ser tratada, evitando quaisquer interações agressivas por um tempo a ser estipulado pelo profissional.

É possível se livrar daquele desenho indesejado. Atualmente, ninguém precisa acreditar que toda tatuagem é para sempre. Mais importante é cuidar do corpo e encontrar o bem-estar.

3 maneiras de destacar sua clínica de estética e aumentar o lucro

Cada vez mais se fala em estética e as buscas por clínicas de estética têm aumentado de forma considerável. Isso é ótimo, pois com mais interesse, mais clientes. A questão é que, com mais interesse, também há mais concorrência.

Por isso, é importante é pensar em maneiras de destacar sua clínica de estética para atrair mais clientes e aumentar o lucro. Aqui, destacaremos três maneiras que podem ajudar nesse caminho de sucesso.

1. Invista em tecnologias, agilidade e novidades

No meio de tantas opções, potenciais clientes podem ser atraídos pelo diferencial que sua clínica de estética pode oferecer. Estudar e investir em novidades, tecnologias diferentes, mantendo-se sempre atual dentro do segmento, oferecendo primeiro e de forma primorosa os serviços.

Investir em tecnologias e ferramentas de trabalho que otimizem o atendimento pode liberar maior espaço de agenda, o que possibilita a captação de mais clientes, e aumentar a satisfação delas, que muitas vezes buscam por essa agilidade.

Por isso, para aumentar o lucro é importante estar atento às novidades da área e às tendências, procurando sempre entender o que tem maior demanda e as melhores formas de oferecer como diferencial em relação à concorrência.

2. Otimize o trabalho

Adquirir tecnologias e possibilidades para otimizar o trabalho na clínica de estética não adianta se o trabalho realmente não for preparado para isso. Ou seja, invista em preparação de pessoal. Agilidade, serviços bem prestados com qualidade garantem satisfação da clientela.

Isso porque o marketing indireto é uma das ferramentas que podem ser úteis para aumentar o lucro de sua clínica de estética. Isso é obtido através da satisfação de clientes que, após o tratamento, não hesitam em recomendar o estabelecimento a outras potenciais clientes.

Por isso, é importante aliar um bom atendimento, otimizado, ágil e atualizado a um procedimento bem-feito e com resultados que deixam a cliente suficientemente satisfeita a ponto de divulgar sua clínica de estética adiante.

3. Invista em marketing

Um passo importante para conseguir aumentar a cartela de clientes e consequentemente aumentar o lucro é entender que sua clínica de estética é sua marca.

Ela precisa ser valorizada para que a potencial clientela entenda que preço é diferente de valor e se disponha a investir na associação custo-benefício que a clínica oferece.

Por isso, é importante investir em marketing. A divulgação deve ser alinhada de modo a fazer com que as pessoas conheçam sua clínica, o valor de sua marca a partir dos diferenciais que ela oferece em relação à outras clínicas de estética.

Alguns passos a se seguir na divulgação de sua marca:

  • Crie um website com informações sobre a clínica e caminho para contato;
  • Defina seu público-alvo: quem são os potenciais clientes;
  • Use e abuse das redes sociais: aproxime-se de público através de posts informativos, dicas e outras novidades;
  • Explore conteúdos informativos sobre o que a clínica oferece, como “o que é o coolsculpting?”;
  • Crie novidades, descontos, pacotes, programas de fidelidade e outros chamarizes para captar clientes;
  • Faça parcerias com influenciadores que podem impulsionar a divulgação de sua marca;
  • Crie uma rede de contatos.

Não espere. Aja!

Uma das principais lições dos negócios é que não se deve esperar por um milagre. É preciso o quanto antes colocar em prática as estratégias para atrair mais clientes e aumentar o lucro. A concorrência é cada vez mais ativa e criativa, por isso, se destacar é obrigatório para quem quer conquistar o sucesso.